Battlestar Galactica (1978)

There are those who believe that life here began out there…

Numa galáxia distante, o povo das Doze Colónias vive em segurança, depois de terminada a sangrenta luta contra os Cylons, robots assassinos criados por uma raça extraterrestre inimiga que há muito desapareceu. Mas a calma relativa em que vivem vai ser ferozmente destruída quando, num ataque surpresa com o conluio do Conde Baltar (John Colicos), os Cylons regressam ao activo e destroem as colónias. Protegidos pela última nave de combate, a poderosa Galactica, chefiada pelo Comandante Adama (Lorne Greene), os sobreviventes da humanidade vão agora percorrer o espaço à procura de uma nova casa, no lendário planeta Terra.

Longe dos tempos das adaptações, sequelas, spin-offs e reimaginações, na época em que a Guerra das Estrelas dominava o cinema e o capitão Kirk engatava todas as miúdas do quadrante nas suas viagens, as batalhas espaciais chegavam à televisão pela mão de Glen Larson. Misturando a ficção científica com as histórias de acção e aventura, e acrescentando uma pitada de referências religiosas e da fé Mórmon, nascia este Battlestar Galactica, uma série que rapidamente foi cancelada, mas que se tornou num fenómeno de culto.

Alegre, brilhante, divertida, a versão original da Battlestar Galactica é claramente um produto da sua época: na música, nos cabelos, nos uniformes com as suas capas à super-herói, nos efeitos especiais que hoje parecem brincadeiras de criança e nas histórias moralistas, onde os heróis como o Apollo (Richard Hatch) são quase perfeitos, os mulherengos aventureiros como Starbuck (Dirk Benedict) e Boomer (Herbert Jefferson Jr.) são sempre recompensados, e as histórias têm sempre um final feliz, reconhecemos a sociedade dos anos 70 dos Estados Unidos.

No entanto, tudo o que a fez ser um reflexo da sociedade nessa época, é também o que a condena à categoria de ultrapassada. Se os efeitos especiais antigos ainda despertam alguma nostalgia pela infância, já as histórias demasiado simples, os problemas de resolução fácil e, especialmente, o (quase inexistente) papel reservado às mulheres nesta sociedade, que se dividem nas suas funções de meros elementos decorativos, como é o caso de Athena (Maren Jensen), ou objectos sexuais, como o de Cassiopeia (Laurette Spang), torna-se mais difícil de engolir. O que não quer dizer, é claro, que a série não tivesse potencial. Pelo contrário: a premissa principal, a ligação à mitologia presente desde o triplo Saga of a Star World, as dificuldades de sobrevivência diária da frota e a interessante descoberta de The Living Legend são ideias muito interessantes, que embora nunca tenham sido exploradas com seriedade na série original, encontraram uma nova expressão na versão de 2003.

Para a geração de 70, esta é uma série a recordar. Para os fanáticos da nova versão da Battlestar Galactica, é a oportunidade de ver como surgiu este universo. Para os restantes, algo a ver num momento de desespero.

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Battlestar Galactica S3

There must be some way out of here,
Said the joker to the thief.
There’s too much confusion,
I can’t get no relief.

A terceira temporada de Battlestar Galactica é a mais controversa de sempre, não por ter descido de qualidade em alguns momentos, mas por ter reflectido duramente sobre a nossa realidade. Só na ficção se conseguiria subverter a noção de terrorismo, ao pôr-nos na pele dos “terroristas” que organizam ataques suicidas e não olham a meios para vencer, mesmo que isso resulte na morte de inocentes. Só na ficção se lidaria com as terríveis consequências da guerra, com a (in)justiça dos tribunais militares independentes e com o castigo de criminosos de guerra, como em Collaborators. Só na ficção se debateriam as vantagens da vingança, a oportunidade de cometer genocídio contra um inimigo perigoso como em A Measure Of Salvation. Só aqui se assistiria à escolha difícil entre o respeito à família ou à própria consciência, como em The Son Also Rises.

Desde o final da temporada dois, com a chegada dos Cylons e a sua triunfal entrada em New Caprica (reminiscente da entrada dos Nazis em Paris na segunda guerra mundial) que se adivinhava um início de série pesado, mas os primeiros episódios conseguiram superar as expectativas. Se Occupation e Precipice nos deixam angustiados, é o destino de Ellen (Kate Vernon) em Exodus, Part 2 que se torna um dos momentos mais chocantes da temporada e que irá ter graves consequências para Tigh (Michael Hogan).

Mas o grande destaque da série foram sem dúvida os desempenhos individuais. Edward James Olmos esteve excelente (como sempre) no papel de Adama, que mais uma vez é obrigado a tomar decisões difíceis. O regresso a New Caprica foi certamente a mais controversa: pôr em risco os sobreviventes e, no fundo, toda a humanidade, ou fugir novamente, deixando mais 30 000 pessoas à mercê dos Cylons. No final a sua decisão prova ser a mais acertada, dando origem em Exodus, Part 2 a um dos mais espectaculares planos de salvamento da história da TV (o que eu não dava para ver isto num ecrã HD gigante!).

Já Apollo (Jamie Bamber) teve altos e baixos durante toda a temporada, e os confrontos com o pai retornaram em grande. Ao contrário das temporadas anteriores, nesta terceira temporada Apollo parece representar sempre o lado negativo da história: é ele que prefere a fuga ao regresso, é ele que imagina uma forma de se livrarem para sempre dos Cylons, é ele que vai mudar de lado numa manobra inesperada. E, no entanto, com um impressionante depoimento em Crossroads, Part 2 redime-se pela temporada inteira.

Como sempre, por entre as histórias individuais e os momentos de acção somos confrontados com o aspecto religioso e mitológico da série, que nesta terceira temporada recebeu um grande destaque… o que acabou por prejudicar um pouco a história. A grande demanda de D’Anna (Lucy Lawless) em busca dos restantes 5 cylons começou por ser interessante, mas perdeu-se um pouco para o final, com consequências trágicas para a Number Three em Rapture. De qualquer forma, conseguiu levantar mais questões interessantes, criando facções opostas dentro de cada lado que poderão vir a ser exploradas mais profundamente.

Quanto a Baltar (James Callis) e Number Six (Tricia Helfer), os dois grandes representantes da mitologia e religião nas temporadas anteriores, viram a sua relação alterar-se drasticamente. Longe vão os tempos em que os seus diálogos se tornavam o comic relief de uma série dramática: com a mudança de cenário altera-se a dinâmica na sua relação, o que leva a momentos surreais em que se invertem os papéis. E como toda a temporada foi de mudança, nos episódios finais encontram-se, cada um deles, em cruzamentos: irá Number Six aceitar os colonos, e irá Baltar converter-se no novo profeta?

Porque esta foi também a temporada mais criticada, é preciso admitir que houve momentos em que a série se perdeu. Ao explorarem as histórias individuais das personagens, fugiram um pouco da trama principal, e o resultado foram alguns episódios sem nexo como o Hero e o Taking a Break From All Your Worries, ou as idas e vindas do quadrângulo amoroso mais chato de sempre. Em consequência disso, algumas das personagens mais interessantes da temporadas anteriores perderam algum do seu charme, nomeadamente Starbuck (Katee Sackhoff). A história de Starbuck e Leoben (Callum Keith Rennie) começou em grande nos primeiros episódios, mas ao longo da temporada foi-se desenvolvendo de forma estranha, tendo culminado com um grande momento “WTF?!” em Maelstrom.

Mas Battlestar Galactica não é considerada uma das melhores séries na tv de momento pela Time, Rolling Stone e Newsday por nada, e na bela tradição de nos deixar com um grande cliffhanger, Crossroads, Part 2 revela-nos mais um dos segredos desta complicada trama: ao tom de All Along the Watchtower numa nova versão de Bear McCreary e Steve Bartek, ficamos a conhecer mais 4 cylons. O que significa que até Janeiro de 2008 iremos andar todos a perguntar “Who Is The Final Cylon?!

Enquanto não chega Janeiro de 2008, enquanto não temos os dois episódios intercalares (Razor) em Novembro, por estas bandas vai-se matando saudades desta excelente série com a não menos excelente banda sonora original composta por Bear McCreary. Passacaglia, Kobol’s Last Gleaming, Destiny, The Shape of Things to Come e Bloodshed da primeira temporada; Baltar’s Dream, Allegro, Prelude To War, Worthy Of Survival e Black Market da segunda temporada não páram de tocar por estas bandas. Uma fusão de melodias calmas, instrumentos musicais exóticos e cânticos em sânscrito com violinos, percussão e guitarras eléctricas que nos transporta para dentro do universo de Battlestar Galactica. Bandas sonoras que nos contam uma história sem imagens.

Battlestar Galactica é a melhor série de televisão actual.

Pelo menos para mim.

Battlestar Galactica S2

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Apollo, Athena, Artemis, Aphrodite, Ares, Hera, Zeus, Aurora
Lords of Kobol hear our prayers

Battlestar Galactica é ficção científica em nome apenas. Star Trek, X-Files e afins de lado, esta é uma série sobre a queda da humanidade em consequência das suas acções. Sobre família, guerra, religião, doença, tortura, aborto, terrorismo, resistência, política, sobrevivência, morte, conformismo. Sobre o que é, afinal, ser humano.

Mas porque há muitos preconceitos, começo por dedicar estas palavras a duas meninas em especial:

“Science fiction is perhaps best described as a speculative form of fiction which examines the effects of a real or imagined science upon humanity and the society humans fashion for themselves. In that regard, this modern retelling of the campy original television series has taken little more than the premise: an interstellar human civilization destroyed by their own hubris and the robotic beings they themselves fashioned. What happens when such a civilization is faced with imminent destruction – when it knowingly stands upon the brink of likely extinction? And what exactly does artificial intelligence tell us about what it means to be “human?” […]

But a few quibbles aside, the producers recognized an often-overlooked truth: that the best science fiction doesn’t just trot out the special effects; it also focuses on story and even more importantly, the psychology of character evolution. In accordance with the definition noted earlier, science fiction frequently serves as a vehicle for examining, in essence, what it means to be human in the face of certain technological or scientific realities.”

Por W.W. Wello (com grandes spoilers)

Raras são as séries futuristas que debatem o tema das religiões, talvez por se considerar hoje que no futuro irão ser encaradas como superstições. E, no entanto, em Battlestar Galactica apresenta-se um futuro onde se regressa às origens, ao panteísmo e à mitologia, na pessoa dos deuses de Kobol e na origem das 12 Colónias. Mas, mais intrigante do que isso, é descobrir o confronto ideológico que existe entre as crenças humanas e as dos Cylons. Porque defenderão os Cylons um único e verdadeiro Deus? Não lhes basta parecerem humanos, querem provar ser mais do que máquinas, aproximarem-se de Deus, nem que para isso seja necessário sentir, sofrer, morrer. E se são eles os verdadeiros “filhos” da humanidade, porque tentam renegar os ídolos dos seus “pais”?

E se a religião parece ser um ponto fulcral da série, está presente com grande força na figura da professora/presidente/líder religiosa Laura Roslin (Mary McDonnell), mas também nos constantes interlúdios entre Gaius Baltar (James Callis) e Number Six (Tricia Helfer). Enquanto a presidente Roslin e a Six se encontram em extremos opostos, no meio, sem saber bem em quem acreditar, está Gaius Baltar. E se na primeira série se sentiu mais esse dilema, nesta segunda temporada parece estar a aceitar cada vez mais o seu verdadeiro papel como “instrumento de Deus. Nem que isso signifique a destruição da sua raça. Instrumental para esta sua mudança são os constantes interlúdios com Number Six que, na primeira temporada, providenciavam um pouco de comic relief, mas que nesta segunda parte começam a ter cada vez mais significado para a história. Como o foca tantas vezes Six, merecerá a humanidade sobreviver quando são, no fundo, fracos, egoístas? Será a morte necessária para se atingir a humanidade, como o parece provar “Fragged”?

É esta dicotomia das personagens que torna esta série muito interessante. Ao contrário da original (que não, ainda não vi mas prometo pegar-lhe nas férias), Baltar não é um típico vilão. Sim, foi ele o responsável pelo genocídio, e sofre com os remorsos, mas passado o choque do ataque, começa a viver por si e para si. E, no entanto, não consegue deixar de ser humano, como ilustra em nos dois episódios da Pegasus. Todas as cenas com Gina são impressionantes, não só pelo significado que têm para o final da temporada, mas porque finalmente vemos Baltar a mostrar compaixão e, ao mesmo tempo, a escolher o seu lado da batalha.

Nenhuma das personagens de Battlestar Galactica é completamente boa, exemplo do melhor que a humanidade tem para oferecer. A impetuosidade de Adama (Edward James Olmos), o alcoolismo de Tigh (Michael Hogan), o extremismo de Roslin, o desprezo de Starbuck (Katee Sackhoff), a repressão de Lee (Jamie Bamber), o desespero de Tyrol, Helo e Boomer. E no entanto, todas as personagens acabam por ter algo de redentor, algo que as diferencia dos Cylons: serem humanos, reconhecerem os seus erros, e lutarem por algo melhor.

Esta foi a grande descoberta do ano, uma série que não consegue desapontar quem lhe der uma chance. Por isso, fora com os preconceitos, imaginem que tudo isto se passa num porta aviões, onde se planeiam ataques com papel e lápis, onde tanto faltam peças para reparar aviões como linha para coser a roupa e onde, de vez em quando, se intrometem umas “torradeiras” metálicas. Prometo que nem dão pela presença delas!

PS – Já vos disse que a banda sonora é fantástica? Já? Não faz mal, lêem novamente. É fantástica, só é pena não perceber patavina de sânscrito para saber o que andam para ali a cantar… 😛

Battlestar Galactica S1

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The World is over. The fight is just beginning.

Esta é muito mais de que uma série de ficção científica. Esta é uma distopia onde se explora o que pode acontecer quando as criações se voltam contra o seu criador. Onde se fala de família e traição, terrorismo e religião, política e exército.

O final da mini-série (ou episódio, piloto, como lhe queiram chamar) prometia muito, especialmente com aquele twist final. Porque é que demoraram um ano inteiro para continuar a história não sei, mas valeu a pena esperar, pois o início da primeira temporada de “Battlestar Galactica” consegue superar todas as expectativas. 33” começa a sua acção cinco dias depois do final da mini-série, com a armada a tentar fugir dos Cylons, sem saber que foram já infiltrados e que o perigo pode vir de onde menos esperam. Um perigo que estará escondido durante os treze episódios que constituem a temporada, e que se irá revelar de forma totalmente inesperada apenas em “Kobol’s Last Gleaming“.

Mas nem só os Cylons criam problemas à humanidade: dentro dos próprios sobreviventes há facções com agendas diferentes. De Galactica, o comandante Adama (Edward James Olmos) vai ter de aprender a conviver com a presidente Laura Roslin (Mary McDonnell) e o governo provisório das Doze Províncias. Por outro lado, continua a tentar a reconciliação com o seu filho, Apollo (Jamie Bamber), que nem sempre irá estar do seu lado. E como se os conflitos externos não fossem já suficientes, há que tentar governar uma nave com um primeiro-oficial bêbado e hostil, uma instructora de voo volátil e tripulantes com lealdades duvidosas.

Uma das grandes mudanças, que gerou mais polémica nesta nova versão, foi a alteração de algumas personagens, especialmente a personagem da Starbuck. Enquanto que no original era um homem, nesta nova série é interpretada por Katee Sackhoff que, temos de admitir, está a fazer jus à personagem original: a hostilidade, o álcool, os charutos, o poker, tudo está presente. E embora se tenham respeitado estes elementos, é bom ver que também Starbuck, tal como o resto da série, tem um tom mais negro e pesado, como convém a uma história de sobrevivência.

Mas se há personagem que se destaca, tem de ser Gaius Baltar, interpretado por James Callis. Responsável pelo holocausto, vive com medo de ser descoberto e de ter de pagar pelos seus crimes. Mas, para além do seu carácter duvidoso, é a sua relação com Number Six (Tricia Helfer) que o torna uma das personagens mais interessantes da história. Estará a ser guiado pelos Cylons, será um agente secreto? Ou será que todas as suas interacções com Number Six são apenas imaginação, a sua consciência que o obriga a caminhar para o lado do mal?

E no conflito entre o bem e o mal, entre o pragmatismo e a religiosidade, não estarão os papéis invertidos? Afinal, são os Cylons quem defende a existência de Deus, de um único Deus, e que ao o renegarem, os humanos perderam o seu caminho. Será essa a razão do ataque e do holocausto da humanidade?

Battlestar Galactica é uma série imperdível, com uma banda sonora excelente, e que todos deviam experimentar. Mesmo aqueles que não gostam de ficção científica. Prometo que vão gostar.

Battlestar Galactica

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The Cylons were created by Man.
They were created to make life easier on the Twelve Colonies.
And then the day came when they decided to kill their masters.
After a long and a bloody struggle an armistice was declared.
The Cylons left for another world.
No one has seen or heard from the Cylons in 40 years.
Until now.

Humanity’s children are coming home.

Para mim, Battlestar Galactica era um brinquedo, uma nave espacial estranha que vi num aniversário, há imensos anos atrás. Para outros podia ser a série de 1978. Esqueçam tudo o que viram: esta série é diferente.

Galactica é uma nave em fim de vida. Chegou a altura de ser retirada de serviço e transformada em museu. O seu último capitão, William Adama (Edward James Olmos) prepara-se para o derradeiro adeus, ao mesmo tempo que tenta reaproximar-se do seu filho mais velho, Apollo (Jamie Bamber). Mas o regresso inesperado de uma antiga ameaça, na forma de Caprica (Tricia Helfer) e dos novos Cylons vai mudar o destino das Doze Colónias, de Galactica, e da humanidade.

Obrigados a lutar novamente, sem armas ou naves adequadas, os últimos sobreviventes da raça humana vão tentar resistir para evitar o genocídio da sua raça. “The war is over. We’ve already lost.”

Alguém que, como eu, está habituada, ao universo Star Trek, com as suas maravilhas tecnológicas, naves de topo de gama e guarda-roupa idiota, recebe esta série com estranheza. Ao contrário da maioria das space-operas, o visual de Battlestar Galactica não difere muito do nosso mundo: tecnologia básica, uniformes militares, governos tradicionais. No decurso da mini-série quase se consegue esquecer que se está a ver uma sci-fi. E, no entanto, todos os ingredientes estão lá: robots assassinos, naves espaciais, viagens à velocidade da luz. Este ar “retro” e “low-tech” permite-nos focar mais na história que se está a desenvolver do que nos efeitos especiais, e assim apreciar a história que está a ser desenvolvido.

Mas se a série aposta na realidade, a acção não sai prejudicada: um dos pontos altos da história são as batalhas espaciais, extremamente reais, especialmente com a ajuda da excelente banda sonora. Uma grande aposta duma série que promete.

Existirá mesmo a Décima-Terceira Colónia? Será que os sobreviventes a vão conseguir encontrar? E como irão os Cylons reagir? Venha daí mais Starbuck, Boomer, Apollo, Adama, Gaius, Roslin, Caprica.