Bionic Woman S1

 

We’re a private, clandestine group dedicated to stopping rogue organizations
from ending civilization as we know it.

Remakes e reinvenções, sequelas, continuações e reimaginações, a procura de boas histórias para contar na tv está ao rubro. Infelizmente, como se prova por este Bionic Woman, há histórias que deveriam ficar fechadas no fundo do baú.

Jaime Sommers (Michelle Ryan) é uma jovem trabalhadora, que tenta conjugar o trabalho, as constantes discussões com a irmã mais nova, Becca (Lucy Halle) e uns minutos a sós com o namorado, Will (Chris Bowers). Mas a sua vida vai mudar para sempre depois de um acidente de carro, obrigando o seu namorado a submetê-la a uma intervenção experimental, que a irá transformar numa mulher biónica. Com força, agilidade, destreza e velocidade sobre-humanas, Jaime alia-se ao misterioso Berkut Group, liderado pelo misterioso Jonas Bledsoe (Miguel Ferrer), com a ajuda da igualmente misteriosa Ruth Treadwell (Molly Price) para combater misteriosas e perigosas organizações. Mas nem tudo será fácil, pois há uma outra mulher biónica à espreita, a perigosa (e misteriosa) Sarah Corvus (Katee Sackhoff), com fortes ligações ao treinador Jae Kim (Will Yun Lee), que não a vai deixar descansar em paz.

Aliar uma má história a fracas interpretações e efeitos especiais de baixo nível é receita certa para um fracasso, como se comprova logo pelo primeiro episódio, onde nem a reunião do saudoso elenco de Battlestar Galactica consegue salvar a situação. Esperemos que este regresse rapidamente aos respectivos vipers, hangares e basestars, e que Bionic Woman regresse à memória de onde nunca deveria ter saído.

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