Gossip Girl S1

gossip.jpg

Numa temporada que não está a ser pródiga em grandes séries, houve mesmo assim algumas que se destacaram desde início e que conseguiram grandes resultados. Gossip Girl teve a honra de ser a primeira série a receber uma temporada completa… pena ser uma série perfeitamente dispensável.

Depois de seis meses de uma ausência misteriosa, Serena van der Woodsen (Blake Lively) regressa a Nova Iorque, para junto do círculo restrito que é a classe alta da cidade, com uma nova atitude e preparada para largar a sua vida de party-girl. Mas se o seu regresso é acarinhado pelo irmão Eric (Connor Paolo) e pelo admirador secreto Dan Humphrey (Penn Badgley), já Blair Waldorf (Leighton Meester), a ex-melhor amiga, não acha piada nenhuma. Agora que Serena está de volta, Blair teme que esta possa vir a tentar reconquistar tudo o que tinha deixado para trás: o poder, a influência, o namorado de Blair, Nate Archibald (Chase Crawford). Felizmente Blair não se dá por vencida, e não tem medo de usar tudo e todos para conseguir manter a sua posição… nem que para isso tenha de manipular a ingénua Jenny Humphrey (Taylor Momsen) e o amigo sem escrúpulos, Chuck Bass (Ed Westwick).

Baseada na popular série de livros de Cecily von Ziegesar, Gossip Girl é a nova aposta de Josh Schwartz, o criador de The O.C., que depois de nos mostrar a vida de jovens adolescentes ricos na Califórnia, resolve agora… mostrar-nos a vida de adolescentes ricos em Nova Iorque. E que vida triste que eles têm: por entre festas de luxo, carros de luxo, escolas de luxo e roupas de luxo, os grandes dilemas retratados na série variam entre “a minha melhor amiga não gosta de mim”, “o meu namorado não gosta de mim”, “a minha mãe não gosta de mim” e “ninguém gosta de mim”. Temos, como não podia deixar de ser, o rapaz pobre que se apaixona pela menina rica, a irmãzinha ingénua, o namorado traidor, o amigo aproveitador e mil outros clichés deste tipo de séries, que não trazem nada de novo à televisão. Noutras séries teen ao menos ainda tínhamos personagens divertidas, pelas quais valia a pena ver os episódios, como no caso de The O.C., ou até mesmo dilemas juvenis que soam perfeitamente naturais, como em Friday Night Lights, enquanto que nesta apenas se safa a narração da misteriosa Gossip Girl, a cargo da famosa Kristen Bell.

Um episódio era suficiente, mas ao final de cinco deu para confirmar que esta não é, de forma alguma, uma série com que valha a pena perder tempo, a não ser que se apreciem os dramas fúteis sobre adolescentes ricos.

Advertisements

9 thoughts on “Gossip Girl S1

  1. Também decidi ver o piloto, só para experimentar, e ao fim de 10-15 minutos comecei a ficar com vontade de cortar os pulsos e decidi atirar a coisa para a categoria “não lhe tocar nem com um pau de 10 metros”.

    Não sei como aguentaste 5 episódios.

    Cumprimentos 🙂

  2. É pá, ZB, Gossip Girl não dá mesmo. Aquilo é mto mau,mais depressa via FNL. Quem sabe não experimento para o ano, durante a greve, quando não houver mais nada para ver. Mas Gossip Girl é que não… tanta coisa boa para ver, não vale a pena perder tempo.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s