Dharma & Greg S1

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Dharma Freedom Finkelstein (Jenna Elfman) é uma liberal professora de yoga, filha de pais hippies, que acredita que a vida é um local para experimentar sensações novas. Gregory Clifford Montgomery (Thomas Gibson) é um advogado do ministério público, filho de pais abastados, que acredita que as regras foram feitas para serem cumpridas.

Quando os dois se vêem pela primeira vez, o seu destino ficou traçado. Vinte anos depois, quando se voltam a encontrar, o primeiro impulso leva-os a casarem-se. Os problemas começam a surgir quando tentam juntar duas vidas tão díspares: se os pais de Dharma, Abby (Mimi Kennedy) e Larry (Alan Rachins) protestam contra a instituição do casamento, já os pais de Greg, Kitty (Susan Sullivan) e Edward (Mitchel Sullivan) estão mais preocupados em manter as aparências. E quando nem os melhores amigos Pete (Joel Murray) e Jane (Shae D’Lyn) os querem apoiar, a vida não parece fácil para os dois recém-casados. Mas quando o destino junta duas pessoas, não é fácil separá-las, e Dharma & Greg conseguem superar todas as expectativas.

Esta sempre foi uma das minhas sitcoms favoritas, se bem que uma das mais elusivas: de todas as vezes que deu na tv, nunca consegui apanhar o primeiro episódio. Mas desta vez não escapou, e os episódios da primeira temporada já foram todos devorados.

Se gosto muito de ver séries novas, também adoro relembrar outras mais antigas, e foi óptimo rever todos estes episódios: ver o primeiro encontro entre os dois, as primeiras guerras familiares (com a minha personagem favorita, a Kitty), as primeiras confusões com os amigos… ai, deu-me cá uma uma sensação de melancolia pelos primeiros tempos de inocência desta série. Pena que a série nunca tenha tido um final decente, mas enfim… resta saber quando lançarão as restantes quatro temporadas.

 

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2 thoughts on “Dharma & Greg S1

  1. Julgo que quando dizes “Quando os dois se vêm pela primeira vez,…”, quererias conjugar o verbo ver e não o vir. Nesse caso, seria “Quando os dois se vêem pela primeira vez,…”.
    No entanto, eu gosto muito da frase original.E se for esse mesmo o sentido que querias dar, acho o máximo. Nada como ser directo. Se eles gostaram, pois então…têm é que ficar juntos.

  2. LOLOL.
    Tens razão. Mas por acaso era mesmo ver de ver, e não de vir. Escapou-me a regra básica: se temos dois olhos, também temos de escrever dois “e”. Vou já corrigir, com a sua permissão

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