Nate, I’m not a chance. I’m a person.
Quando detestamos uma história e a direcção que está a seguir; quando não podemos ver uma personagem no ecrã, é certamente mau sinal para uma série. E, no entanto, com uma simples frase, a terceira temporada de Six Feet Under consegue redimir-se.
A primeira metade desta temporada é difícil de ver. Depois de uma introdução insólita em Perfect Circles, com uma morte completamente inesperada, vários cenários alternativos e a uma decisão surpreendente, somos confrontados com um avançar lento da história. Começam por se estabelecer as novas vidas das personagens: Nate (Peter Krause), no seu novo papel de pai e marido, não parece conseguir libertar-se dos demónios do passado; Ruth (Frances Conroy), avó extremosa, continua à procura de alguém com quem partilhar a vida, tendo agora em vista o novo estagiário da funerária, o estranho Arthur (Rainn Wilson); a relação com Keith (Matthew St. Patrick), com todos os seus avanços e recuos, é ponto de partida para David (Michael C. Hall); quanto a Claire (Lauren Ambrose), distanciada dos dramas familiares, distrai-se com a nova vida na escola de artes, um novo amor e as mesmas desilusões.
Regressam também com novos dilemas Rico (Freddy Rodriguez), que luta pelo seu novo cargo na funerária, ao mesmo tempo que tenta lidar com problemas dentro da sua própria casa, e Brenda (Rachel Griffiths), que tenta pedir perdão pelas suas transgressões do passado.
Mas se todas as personagens têm de lidar com problemas próprios, o elemento destabilizador aparece na forma de Lisa (Lily Taylor) uma mulher insegura, paranóica. É ela que vai tentar pôr ordem na família Fisher, forçando-lhes uma normalidade e domesticidade que nenhuma das personagens parece querer. E se a sua personagem é uma das razões porque esta temporada se torna difícil dever, é com a sua saída de cena que a série se começa a revelar. A história ganha novo fôlego, e Lisa transforma-se no catalizador dos melhores episódios da temporada (Everyone Leaves, Death Works Overtime, Twilight e I’m Sorry, I’m Lost). Parece que a felicidade muito ansiada não parece ser ainda possível no seio da família Fisher.
A terceira temporada é, provavelmente, a mais fraca de toda a série, e uma das mais difíceis de ver, mas de extrema importância para a história da família Fisher.




Comecei hoje a ver a 3temp. so vi ainda 2 episodios.Mais para frente digo a minha opiniao
Por: el_diablo em 29 Abril, 2007
às 7:15 pm
Ectamente a mianha opinião. Mas prepara-te, a quarta série é muito boa
Por: Flor em 30 Abril, 2007
às 3:13 pm
Que raio :p Queria eu dizer. Exactamente a minha opinião :p
Por: Flor em 30 Abril, 2007
às 3:13 pm
Eu não leio. Como ainda não comecei a ver sequer a primeira (consequência de não ter com quem a ver, porque o Zé não alinha), não leio. E pronto. :p
Por: witchie em 3 Maio, 2007
às 9:00 am
[...] partida de várias personagens e a recaída numa espiral de depressão que parecia interminável. A terceira e quarta temporadas foram difíceis de ver e a razão pela qual muita gente desistiu de seguir a [...]
Por: Six Feet Under S5 « Tv-Files em 27 Setembro, 2007
às 1:40 am
Estou a ver esta agora. Acho que vi dois ou três episódios e estou mortalmente aborrecida. Que valente seca a história ficou. Mas claro, vou continuar a ver, agora levo até ao fim. Espero que melhore depressa.
Por: Mariana em 4 Julho, 2008
às 11:25 am
Cara amiga… ainda vais ter muito que aguentar. A terceira temporada é mesmo fraca, mas a quarta é melhor, e na quinta a série consegue superar-se. Vale a pena aguentar estes episódios mais fracos, para chegares aquele final.
Por: syrin em 7 Julho, 2008
às 10:54 pm