The Cylons were created by Man.
They were created to make life easier on the Twelve Colonies.
And then the day came when they decided to kill their masters.
After a long and a bloody struggle an armistice was declared.
The Cylons left for another world.
No one has seen or heard from the Cylons in 40 years.
Until now.
Humanity’s children are coming home.
Para mim, Battlestar Galactica era um brinquedo, uma nave espacial estranha que vi num aniversário, há imensos anos atrás. Para outros podia ser a série de 1978. Esqueçam tudo o que viram: esta série é diferente.
Galactica é uma nave em fim de vida. Chegou a altura de ser retirada de serviço e transformada em museu. O seu último capitão, William Adama (Edward James Olmos) prepara-se para o derradeiro adeus, ao mesmo tempo que tenta reaproximar-se do seu filho mais velho, Apollo (Jamie Bamber). Mas o regresso inesperado de uma antiga ameaça, na forma de Caprica (Tricia Helfer) e dos novos Cylons vai mudar o destino das Doze Colónias, de Galactica, e da humanidade.
Obrigados a lutar novamente, sem armas ou naves adequadas, os últimos sobreviventes da raça humana vão tentar resistir para evitar o genocídio da sua raça. “The war is over. We’ve already lost.”
Alguém que, como eu, está habituada, ao universo Star Trek, com as suas maravilhas tecnológicas, naves de topo de gama e guarda-roupa idiota, recebe esta série com estranheza. Ao contrário da maioria das space-operas, o visual de Battlestar Galactica não difere muito do nosso mundo: tecnologia básica, uniformes militares, governos tradicionais. No decurso da mini-série quase se consegue esquecer que se está a ver uma sci-fi. E, no entanto, todos os ingredientes estão lá: robots assassinos, naves espaciais, viagens à velocidade da luz. Este ar “retro” e “low-tech” permite-nos focar mais na história que se está a desenvolver do que nos efeitos especiais, e assim apreciar a história que está a ser desenvolvido.
Mas se a série aposta na realidade, a acção não sai prejudicada: um dos pontos altos da história são as batalhas espaciais, extremamente reais, especialmente com a ajuda da excelente banda sonora. Uma grande aposta duma série que promete.
Existirá mesmo a Décima-Terceira Colónia? Será que os sobreviventes a vão conseguir encontrar? E como irão os Cylons reagir? Venha daí mais Starbuck, Boomer, Apollo, Adama, Gaius, Roslin, Caprica.




Se eu não gostar, vais levar na cabeça aviso-te já
Por: Knoxville em 14 Dezembro, 2007
às 12:36 am
Porquê é que esta mini série não está editada em DVD em Portugal se a primeira série, cuja acção decorre após a mini-série, já foi lançada? De quem foi a culpa de semelhante e idiota disparate?????????
Por: José Alves em 4 Fevereiro, 2008
às 12:22 pm
Não sei, José Alves, mas presumo que seja da editora que só pensa em dinheiro e se esquece de que tem de respeitar os clientes
Por: syrin em 4 Fevereiro, 2008
às 4:19 pm
[...] Sim! Eu si… o sonho virou pesadelo, hehe. A robozinha só tem 38cm de altura e nem de longe se parece com a número 6 da série Battlestar Galactica… [...]
Por: Namorada Robô em 19 Junho, 2008
às 1:46 am
É a primeira vez que comento aqui no blog mas sou leitora a alguns meses.
Já tinha ouvido falar de BSG e andava com a pulga atrás da orelha mas foram as tuas criticas que me fizeram dar o passo final e ver de rajada a mini-serie + 4 season + web episodes. Há muito tempo que não me emocionava assim.
Só te posso agradecer pelo tempo que dedicas a divulgar estas coisas porque sem isso muitas perolas como esta me passariam ao lado.
Muito Obrigada syrin
Por: Rita em 1 Setembro, 2009
às 3:20 pm
Wow, obrigada. Bem vinda à igreja de BSG.
Por: syrin em 1 Setembro, 2009
às 3:22 pm