Publicado por: syrin | 27 Dezembro, 2006

Dharma & Greg S1

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Dharma Freedom Finkelstein (Jenna Elfman) é uma liberal professora de yoga, filha de pais hippies, que acredita que a vida é um local para experimentar sensações novas. Gregory Clifford Montgomery (Thomas Gibson) é um advogado do ministério público, filho de pais abastados, que acredita que as regras foram feitas para serem cumpridas.

Quando os dois se vêem pela primeira vez, o seu destino ficou traçado. Vinte anos depois, quando se voltam a encontrar, o primeiro impulso leva-os a casarem-se. Os problemas começam a surgir quando tentam juntar duas vidas tão díspares: se os pais de Dharma, Abby (Mimi Kennedy) e Larry (Alan Rachins) protestam contra a instituição do casamento, já os pais de Greg, Kitty (Susan Sullivan) e Edward (Mitchel Sullivan) estão mais preocupados em manter as aparências. E quando nem os melhores amigos Pete (Joel Murray) e Jane (Shae D’Lyn) os querem apoiar, a vida não parece fácil para os dois recém-casados. Mas quando o destino junta duas pessoas, não é fácil separá-las, e Dharma & Greg conseguem superar todas as expectativas.

Esta sempre foi uma das minhas sitcoms favoritas, se bem que uma das mais elusivas: de todas as vezes que deu na tv, nunca consegui apanhar o primeiro episódio. Mas desta vez não escapou, e os episódios da primeira temporada já foram todos devorados.

Se gosto muito de ver séries novas, também adoro relembrar outras mais antigas, e foi óptimo rever todos estes episódios: ver o primeiro encontro entre os dois, as primeiras guerras familiares (com a minha personagem favorita, a Kitty), as primeiras confusões com os amigos… ai, deu-me cá uma uma sensação de melancolia pelos primeiros tempos de inocência desta série. Pena que a série nunca tenha tido um final decente, mas enfim… resta saber quando lançarão as restantes quatro temporadas.

 


Respostas

  1. Julgo que quando dizes “Quando os dois se vêm pela primeira vez,…”, quererias conjugar o verbo ver e não o vir. Nesse caso, seria “Quando os dois se vêem pela primeira vez,…”.
    No entanto, eu gosto muito da frase original.E se for esse mesmo o sentido que querias dar, acho o máximo. Nada como ser directo. Se eles gostaram, pois então…têm é que ficar juntos.

  2. LOLOL.
    Tens razão. Mas por acaso era mesmo ver de ver, e não de vir. Escapou-me a regra básica: se temos dois olhos, também temos de escrever dois “e”. Vou já corrigir, com a sua permissão


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